Kindle, iPad e outros e-readers: o que eles já fazem e o que poderão fazer pela educação?

Última sensação do mundo dos gadjets, o iPad surge como promessa de facilidade e prazer no acesso à informação e ao conhecimento.
Com o advento dos novos tablets, aponta-se também para um grande potencial educacional, que pode ser explorado tanto por seus usuários como pelos criadores de softwares.

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Dia da Educação lembra que o país precisa de melhorias

Para o pesquisador e blogueiro especializado em tecnologia da educação, João Mattar, os métodos atuais de ensino são mais eficientes do que os aplicados no passado, pois as escolas vêm sendo muito criticadas e, isso gera o aperfeiçoamento. A tecnologia contribui na qualidade e facilidade de manter a educação exigida por muitos. “As diferenças entre educação a distância e presencial diminuirão, ou seja, teremos uma educação híbrida, que misturará encontros presenciais com atividades virtuais”, completa o professor.

Seu livro virtual

O Volume 4 da Coleção EducaRede detalha as experiências e ensina a construção de seu livro virtual de forma coletiva.
A metodologia deste canal foi concebida por profissionais de língua portuguesa e de internet para estimular a escrita individual ou coletiva dos participantes, favorecer a colaboração e documentar o processo de ensino e aprendizagem. 
Qualquer internauta cadastrado no EducaRede pode criar uma oficina. Opcionalmente o livro será carregado pelo sistema e ficará disponível para consulta na página do EducaRede.(Faça seu cadastro grátis para baixar o volume 4)

Ministério da Educação (MEC) criou o Aluno Integrado

 As tecnologias da informação e da comunicação (TICs) estão cada vez mais presentes na sala de aula. Pensando nisso, o Ministério da Educação (MEC) criou o Aluno Integrado, programa que proporciona formação em TICs para estudantes da rede pública de ensino brasileiro. Com o programa, os alunos se tornam parceiros do professor e da escola, auxiliando tanto nas aulas, como no cuidado com os equipamentos dos laboratórios.
Para participar, os interessados devem procurar o representante da Undime local ou o coordenador do Proinfo Integrado nas secretarias de educação estaduais ou municipais. O aluno também pode enviar uma mensagem eletrônica para o e-mail.: alunointegrado@mec.gov.br

A linguagem utilizada na Internet


Gláucia da Silva Brito

Doutora em Lingüística esclarece dúvidas sobre o uso da linguagem utilizada na internet e aborda a necessidade de um trabalho pedagógico em que o professor reflita sobre sua ação escolar e elabore e operacionalize projetos educacionais com a inserção das novas tecnologias da informação e da comunicação.
"Eu não classifico a escrita utilizada na Internet como um neologismo, pois, para que fosse considerada assim, teríamos de ter um dos seguintes processos de formação: a possibilidade de combinar de maneira inovadora os morfemas (radicais, prefixos e sufixos) preexistentes ou a atribuição de novos sentidos a palavras já existentes na nossa língua."

A geração de lixo eletrônico global cresce a uma taxa de cerca de 40 milhões de toneladas por ano

JUAN PALOP
da Efe, em Nusa Dua (Indonésia)



A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu medidas urgentes contra o crescimento exponencial do lixo de origem eletrônica em países emergentes como o Brasil. Ela considera o fato um problema grave para o ambiente e a saúde pública.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) apresentou hoje na Indonésia um relatório sobre o tema. Nele, prevê sérias consequências ainda nesta década pelas montanhas de resíduos "perigosos" e "tóxicos" que se acumulam sem nenhum controle nas economias em desenvolvimento.

Tecnologia e Educação - As mídias na prática docente

"As tecnologias não são boas ou más. Depende do uso que você faz delas.” A frase, na introdução do livro Tecnologia e Educação – As mídias na prática docente, organizado por Wendel Freire, traduz bem com que temas o leitor vai se deparar nas páginas seguintes.
Os autores convidam o leitor a refletir sobre como a escola tem disponibilizado aparelhos e tecnologias a seu público, por exemplo, e se está debatendo e/ou procurando entender como essa evolução tecnológica gera transformações na sociedade.
Segundo o autor, uma das maneiras é trabalhar com os meios de comunicação nas escolas. Não apenas como recurso pedagógico, mas como objeto de estudo, “para que os jovens tenham uma compreensão menos superficial de sua época, da influência midiática no jogo democrático, no discurso ideológico e no consumo”.
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