A idéia surgiu a partir da percepção de que em São Paulo - e no Brasil, em geral - muita gente nunca teve acesso à informática, em especial pessoas com mais de 60 anos que ainda não tiveram sua iniciação no mundo da Internet e dos computadores podem ter sua primeira vez.
QR Code: o que é e como usá-lo na educação
Vivemos uma fase de expansão da tecnologia, na qual as informações digitais começam a ir além do computador e a se apropriar do espaço urbano, criando uma camada de dados digitais no real. O QR Code ilustra bem essa tendência, ao acoplar mobilidade de informação à mobilidade física. Ele pode, inclusive, contribuir para uma mudança pedagógica. É importante que passemos de uma educação passiva para uma educação ativa.
Na escola, essa ferramenta pode ser usada em gincanas educativas, com perguntas ou informações escondidas nos códigos.Planejamentos de atividades poderiam, também, ser apresentados dessa maneira para que fossem transferidos rapidamente para os celulares dos alunos.
Com parte das informações em códigos, livros escolares teriam uma vida mais longa. Em textos de geografia, por exemplo, um QR Code permitiria que os alunos acessassem os dados mais recentes de cada país. E isso não está só no campo das ideias. Na Austrália, uma universidade passou a incluir QR Codes em alguns materiais distribuídos aos estudantes. Veja como funciona, assistindo ao vídeo abaixo.
Modding: Muito mais do que um computador bonitinho
Uma receita que mistura criatividade, técnica e tecnologia. Assim é o Modding (Modificação), que cria uma sintonia perfeita entre softwares e hardwares, unindo beleza e funcionalidade em computadores, videogames e celulares.
Campus Party - Professor blogueiro comenta a Campus Party
Michel Goulart, autor do blog "História Digital", destaca pontos interessantes da Campus Party para educadores e estudantes.
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A era dos games
... método interativo de ensino
A tecnologia e o entretenimento estão mudando antigos paradigmas - e não só nos jogos educacionais.
Existem diversas pesquisas que divulgam os benefícios dos jogos e métodos que podem ser adaptados ao ensino, com baixos custos. Hoje em dia, programas de treinamento de empresas e aulas a distância estão cada vez mais adeptos a mecanismos como os jogos voltados à criatividade para poder se obter melhores resultados de ensino.
É o caso de algumas empresas que já colocaram à disposição, na internet, jogos que se usam a temática do futebol para disseminar lições sobre finanças, uma interação onde cada módulo começa com uma visão narrativa dos conceitos a serem ensinados. Através desse resumo, os educadores e estudantes captam uma ideia rápida do material em tópicos como: Ensino de Metas e Objetivos, que descrevem brevemente os resultados esperados de aprendizagem . No final do jogo chega-se à etapa chamada Discussão, momento em que os estudantes e educadores colocam em prática conceitos aprendidos, através dos exemplos vividos.
http://geografia.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/29/artigo158296-2.asp
http://geografia.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/29/artigo158296-2.asp
Campus Party – o maior ponto de encontro da internet tupiniquim
Entre os dias 25 e 31 de janeiro de 2010, conheça este que, há três anos. é o grande ponto de encontro físico das principais cabeças da internet tupiniquim. A Campus Party é tradicional palco para palestras de celebridades no mundo da tecnologia, e neste ano não poderia ser diferente: entre os principais destaques estão Kevin Mitnick, um dos maiores hackers do mundo (agora reformado) que dará uma palestra baseada em seu livro "A Arte de Enganar" na terça-feira às 13:00. Scott Goodstein, líder da campanha online que ajudou a eleger Barack Obama presidente dos EUA, falará sobre "Redes sociais e mobile marketing" na quarta-feira no mesmo horário.
Além das mais recentes novidades tecnológicas, a Expo e Lazer tem a área de Inclusão Digital, cuja principal atração é o Batismo Digital, iniciativa do Instituto Campus Party. Ele consiste em uma área com centenas de computadores e monitores especialmente treinados para motivar e despertar nas pessoas o interesse pela sociedade em rede. As inscrições podem ser feitas no local, conforme número de vagas disponíveis.
Educação via celular
Embora diversas escolas proíbam a entrada do aparelho celular nas suas dependências, alguns pedagogos defendem o uso da tecnologia como plataforma educacional. A justificativa é o fato de que os jovens fazem parte de uma geração que já cresceu em contato com o celular, onde ferramentas de comunicação instantânea, chamada de voz, SMS, bate-papo, bem como pesquisa, jogos e músicas estão integrados. Uma infinidade de ferramentas que podem ser utilizadas pedagogicamente desde que, é claro, professores e alunos estejam de acordo.
O uso de celulares na educação pode contribuir para a formação de uma inteligência coletiva além de proporcionar interação social. Em sala de aula, por exemplo, o educador pode sugerir temas e o aluno pesquisa na internet via celular. Outra opção é usar o SMS nas aulas de português para reforçar o ensino da Gramática e Literatura. As possibilidades são infinitas e os desafios também. É responsabilidade de cada um utilizar as novidades tecnológicas de forma construtiva e útil para a sociedade.
O professor digital ideal
Maíra Soares
"Há bons docentes tradicionais e que são valorizados pelos jovens porque eles os ensinam a pensar de uma forma não habitual. Esses são docentes que não gostam de tecnologia, não a utilizam e podem ser tão bons quanto os que a utilizam. Ser um bom educador não passa necessariamente pelo uso das tecnologias. Mas, evidentemente, há também bons educadores que são capazes de inserir novas formas de geração de conhecimento e fazer seus alunos verem as relações que o aprendizado pode ter com a sua vida, com o seu futuro. Creio que, neste momento, o professor digital ideal é aquele que se anima a sair do lugar central e compartilhar informações."
Roberto Balaguer defende que é preciso haver limites na mediação da educação com uso da tecnologia para que aspectos objetivos “essenciais”, como narrativa e palavra, não saiam de cena.
Graduado em Psicologia, pesquisador e consultor internacional sobre as relações entre as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e a subjetividade.
Veja entrevista completa no Instituto Claro
Roberto Balaguer defende que é preciso haver limites na mediação da educação com uso da tecnologia para que aspectos objetivos “essenciais”, como narrativa e palavra, não saiam de cena.
Graduado em Psicologia, pesquisador e consultor internacional sobre as relações entre as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e a subjetividade.
Veja entrevista completa no Instituto Claro
O uso interdisciplinar da tecnologia
Miriam Salles, autora de um dos blogs de educação mais alinhados aos conceitos da web 2.0, professora e especialista em educação a distância destaca, entre os livros da sua biblioteca que abordam a temática educação e novas tecnologias, a obra "Tecnologias para Transformar a Educação", escrita pelos espanhóis Juana María Sancho e Fernando Hernandéz.
O livro "Tecnologias para Transformar a Educação" traz ainda alguns problemas encontrados quando as TICs chegam aos ambientes de ensino e os profissionais são "desafiados" a incorporá-las ao dia a dia. "Há uma questão muito interessante abordada no texto que é o do 'vácuo pedagógico'. Isso diz respeito ao pouco avanço do uso das novas tecnologias nas escolas depois que elas chegam à escola", afirma Miriam. Para que isso não aconteça, o uso interdisciplinar da tecnologia é apontado como uma das soluções. "Práticas realizadas na Europa que têm a integração disciplinar incutidas, como a SchoolNet, são abordadas".
http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/noticias/detalhe/miriam-salles-indica-o-livro-tecnologias-para-transformar-a-educac-o-1
Mirian Salles
Telejornalismo a serviço da educação

Noticiário educativo desenvolvido por alunos da 4ª série, sob orientação da professora idealizadora, Tatiana Rebelo Basso existe desde maio de 2009 na Escola de Ensino Básico Júlia Lopes de Almeida, localizada em Blumenau (SC).
Com duração de 20 minutos, o telejornal é exibido mensalmente no horário de almoço no pátio da escola. Entre os temas abordados no noticiário, os assuntos ligados ao dia-a-dia escolar são aos mais contemplados.
O projeto foi finalista do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores na categoria colaboração e vencedor do Prêmio Professores do Brasil pelo Ministério de Educação, sendo reconhecido como uma grande e inovadora experiência pedagógica.
Uma criança-prodígio
Menino de 9 anos ganha certificado de engenharia da MicrosoftO menino Marko Calasan, 9, ganhou o Certificado de Engenharia de Sistemas da Microsoft no último mês, segundo informou o site CNet na terça-feira (19).
Calasan, natural da Macedonia, já tem seu primeiro trabalho como administrador de sistemas, gerenciando remotamente uma rede de computadores para uma organização sem fins lucrativos que trabalha com pessoas com deficiência. http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u682449.shtml
Descarte de lixo eletrônico
USP cria centro para lixo eletrônico
A Universidade de São Paulo (USP) iniciou as atividades de um novo centro de descarte e reúso de lixo eletrônico. O centro tem o objetivo de reciclar e descartar adequadamente resíduos de informática, como aparelhos antigos ou quebrados.
A unidade irá focar seus primeiros trabalhos no tratamento do lixo eletrônico da Universidade e em seguida deve passar a receber os resíduos da cidade. Os equipamentos reciclados serão destinados a centros de inclusão digital.
Quem quiser obter mais informações sobre o projeto ou agendar o descarte de seus equipamentos deve entrar em contato com o centro pelo e-mail: cedir.cce@usp.brhttp://www.pop.com.br/popnews/noticias/tecnologia/307604.html
O que é um WIKI?
Orientações de como criar e administrar a sua sala virtual, também como criar um Wiki para trabalhar com os alunos.
Como melhor utilizar todas as ferramentas do Zoho Wiki. Internet via rede elétrica já é realidade em Osasco
Internet via rede elétrica
O sistema BPL (Broaband Powerline), permite distribuir o sinal de internet pela rede elétrica. Para dispor do sistema será necessário adquirir um modem especial, responsável por levar a conexão da tomada até o computador. A transmissão de dados é feita por meio da estrutura de distribuição de energia elétrica já existente.
Projeto recicla computadores
O projeto MetaReciclagem, promovido pela prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Relações do Trabalho, oferece aos jovens, oficinas de "reapropriação tecnológica". "O mais importante nas ações do projeto não é a escala quantitativa (de material tecnológico reciclado), mas as possibilidades que a desconstrução da tecnologia traz no processo criativo, educacional e de mobilização".
O reuso dos equipamentos oriundos de doações de empresas e pessoas físicas incluem a criação de ambientes de redes, a busca de alternativas econômicas e a publicação de conhecimento. Após essas ações, os resíduos dos equipamentos são doados para a Cooperativa de Material Reciclável que se incumbe de dar a destinação correta dos materiais chamado lixo tecnológico. O projeto também oferece cursos de capacitação profissional nas áreas de Webdesigner, Informática Básica e Montagem e Manutenção de microcomputadores.
Um olhar crítico sobre os recursos da tecnologia
O Twitter é uma ferramenta de microblogging que permite a troca de mensagens, com até 140 caracteres. Provavelmente, você já leu esta definição em dezenas e dezenas de artigos. Muitos deles ensinando como redigir o conteúdo a ser compartilhado; outros questionando as funcionalidades desta rede social.
A nova Educação, calcada principalmente nos elementos humanos e na real troca de experiência, exige um planejamento preciso. Dessa forma, um olhar crítico sobre os recursos tecnológicos disponíveis deve ser uma prática permanente. Portanto, entender as funcionalidades e sua essência é requisito básico. Caso contrário, não se tem eficácia. Parece óbvio, mas poucos fazem desta forma!
Mais importante do que divulgar informações é fazer com que a mensagem seja compreendida de forma clara, simples e sintética!
Leia mais no Aprendiz Legal.
Twitter na Escola
Sugestões de uso pedagógico do TwitterNo Twitter, as pessoas compartilham o que estão fazendo, pensando ou sentindo, o que estão lendo, por onde navegam e o que mais for possível dizer em uma mensagem de 140 caracteres.
Para utilizar o Twitter na educação, Steve Wheeler, especialista em e-learning da Faculdade de Educação da Universidade de Plymouth (Reino Unido), fez uma lista do que ele considera os dez melhores usos dessa ferramenta:
* Quadro de avisos: comunicar aos estudantes mudanças no conteúdo dos cursos, horários, lugares ou outras informações importantes.
* Resumo: pedir aos alunos que leiam um texto e que façam um resumo dos principais pontos, com um limite de 140 caracteres.
* Compartilhar sites: periodicamente, cada aluno tem o compromisso de compartilhar um novo site interessante que tenha conhecido na Web.
* Twitter à espreita: seguir uma pessoa famosa e documentar sua trajetória.
* Twit* em outros tempos: eleger um personagem importante da história da civilização ou de seu país e criar para ele uma conta no Twitter. Num determinado prazo de tempo, escrever no Twitter como se fosse esse personagem, com estilo e vocabulário da época, imaginando o que ele diria.
* Microencontros: manter conversas nas quais participem todos os estudantes que assinam o Twitter.
* Microtextos: escrita progressiva e colaborativa para criar micro-histórias.
* Língua do Twitter: enviar twits* em línguas estrangeiras e pedir que os alunos respondam na mesma língua ou que traduzam o twit* em seu idioma nativo.
* Corrente de texto: começar um meme* para que todo o conteúdo criado possa ser capturado automaticamente por um agregador*.
* Intercâmbio cultural: estimular os alunos para que encontrem um tuiteiro* de outra cidade, estado ou país e converem regularmente com ele durante um período de tempo para conhecer sua cultura, seus interesses, amigos, familiares. Ideal para aprender sobre outras culturas.
Carta de Paulo Freire aos professores
Ensinar, aprender: leitura do mundo, leitura da palavra
[...]
Ninguém escreve se não escrever, assim como ninguém nada se não nadar.
[...]
A leitura crítica dos textos e do mundo tem que ver com a sua mudança em processo.”
Acima, trechos da Carta de Paulo Freire aos professores, cuja íntegra você pode ler no link.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142001000200013
"Ninguém que lê, que estuda, tem o direito de abandonar a leitura de um texto como difícil porque não entendeu o que significa, por exemplo, a palavra epistemologia.
Assim como um pedreiro não pode prescindir de um conjunto de instrumentos de trabalho, sem os quais não levanta as paredes da casa que está sendo construída, assim também o leitor estudioso precisa de instrumentos fundamentais, sem os quais não pode ler ou escrever com eficácia. Dicionários, entre eles o etimológico, o de regimes de verbos, o de regimes de substantivos e adjetivos, o filosófico, o de sinônimos e de antônimos, enciclopédias. A leitura comparativa de texto, de outro autor que trate o mesmo tema cuja linguagem seja menos complexa.
Usar esses instrumentos de trabalho não é, como às vezes se pensa, uma perda de tempo. O tempo que eu uso quando leio ou escrevo ou escrevo e leio, na consulta de dicionários e enciclopédias, na leitura de capítulos, ou trechos de livros que podem me ajudar na análise mais crítica de um tema — é tempo fundamental de meu trabalho, de meu ofício gostoso de ler ou de escrever.
[...]
Ninguém escreve se não escrever, assim como ninguém nada se não nadar.
[...]
A leitura crítica dos textos e do mundo tem que ver com a sua mudança em processo.”
Acima, trechos da Carta de Paulo Freire aos professores, cuja íntegra você pode ler no link.
Decálogo do Leitor
por Alberto Mussa
Leia por vício, leia por dependência química. A literatura é a possibilidade de viver vidas múltiplas, em algumas horas. E tem até finalidades práticas: amplia a compreensão do mundo, permite a aquisição de conhecimentos objetivos, aprimora a capacidade de expressão, reduz os batimentos cardíacos, diminui a ansiedade, aumenta a libido.
Nunca leia sem dicionário. Se estiver lendo deitado, ou num ônibus, ou na praia, ou em qualquer outra situação imprópria, anote as palavras que você não conhece, para consultar depois. Elas nunca são escritas por acaso.
Como criar uma aula no Portal do Professor MEC
Abaixo, um tutorial explicando como é possível criar aulas que sejam inseridas no Portal do Professor - MEC.
Games podem ajudar na educação
De acordo com uma pesquisa elaborada pela Universidade de Granada (Espanha) quem brinca com jogos eletrônicos tem mais chance de obter boas notas. Contrariando a opinião de muitos pais, o estudo comprovou que o videogame ajuda a diminuir a ansiedade no processo de aprendizagem e aumenta a autoconfiança dos jovens.
http://tvig.ig.com.br/188061/games-podem-ajudar-na-educacao.htm
O uso da internet na educação
A Internet nos ajuda, mas ela sozinha não dá conta da complexidade do aprender hoje, da troca, do estudo em grupo, da leitura, do estudo em campo com experiências reais. A tecnologia é tão-somente um "grande apoio", uma âncora, indispensável à embarcação, mas não é ela que a faz flutuar ou evita o naufrágio. A Internet traz saídas e levanta problemas, como por exemplo, saber de que maneira gerenciar essa grande quantidade de informação com qualidade.
A tecnologia sozinha não garante a comunicação de duas vias, a participação real. O importante é mudar o modelo de educação porque aí, sim, as tecnologias podem servir-nos como apoio para um maior intercâmbio, trocas pessoais, em situações presenciais ou virtuais.
A questão não é tecnológica, mas comunicacional. A tecnologia entra como um apoio, mas o essencial é estabelecer relações de parceria na aprendizagem. Aprende-se muito mais em uma relação baseada na confiança, em que alunos e professores possam se expressar. Criar e gerenciar esse ambiente é muito mais importante que definir tecnologias.
A educação é um processo muito mais integral, que nos ocupa a vida toda, e não somente quando estamos na escola. E o professor tem esses dois papéis: ajudar na aprendizagem de conteúdos e ser um elo para uma compreensão maior da vida, de modo que encontremos formas de viver que nos realizem e desenvolvam nossas capacidades. Isso não depende da tecnologia, mas da atitude profunda do educador e do educando, de ambos quererem aprender.(José M. Moran)
A fotografia no meio escolar: colecionando mundos
A Fotografia no meio escolar pode tornar-se uma nova maneira de olhar as Artes Plásticas, pois os alunos, por vezes, desconhecem que este meio de comunicação faz parte de repertórios dos trabalhos de muitos artistas, passando da mera fotografia de álbum de família, casamento, um dia de passeio, enfim, para entrar no universo que nos cerca: o universo das Artes Visuais.
Partindo do ponto amplo desta linguagem, que é a sua utilização nos meios de comunicação, como forma documental e de informação, conversamos com os alunos sobre o que vemos nas ruas, outdoors, cartazes, televisão, mídia impressa, cinema, álbuns de família, internet, etc. Após a apresentação de um DVD contendo imagens fotográficas em tópicos como composição, mídia, e fotografia artística, percebemos que a fotografia está inserida em nosso cotidiano de várias formas e, além disso, podemos encontrá-la em museus, galerias e espaços artísticos, refletindo então sobre ela no campo das Artes Visuais.
Partindo do ponto amplo desta linguagem, que é a sua utilização nos meios de comunicação, como forma documental e de informação, conversamos com os alunos sobre o que vemos nas ruas, outdoors, cartazes, televisão, mídia impressa, cinema, álbuns de família, internet, etc. Após a apresentação de um DVD contendo imagens fotográficas em tópicos como composição, mídia, e fotografia artística, percebemos que a fotografia está inserida em nosso cotidiano de várias formas e, além disso, podemos encontrá-la em museus, galerias e espaços artísticos, refletindo então sobre ela no campo das Artes Visuais.
Blogs na Educação: possibilidades pedagógicas
O blog é um importante instrumento de comunicação, interação e compartilhamento de idéias, informações e conhecimentos de forma colaborativa, e por estas características, torna-se uma importante ferramenta que pode ser explorada potencialmente na área educacional. Acredita-se que, ao considerar o blog como ambiente virtual de aprendizagem, a aprendizagem neste ambiente não pode ser passiva.
Os alunos não devem ser apenas responsáveis pela sua conexão, mas também devem contribuir com o processo de aprendizagem, pois aprender é um processo ativo, do qual tanto professor quanto aluno devem participar.
Assim sendo, cabe ao professor apropriar-se das novas tecnologias de informação e comunicação (Tics) refletindo sobre suas possibilidades, propondo atividades e estratégias diferenciadas ao utilizar os blogs.
Os blogs estão sendo explorados por alunos e professores e a cada dia surgem formas diferentes de utilizá-lo: podem ser utilizados como um recurso pedagógico ou como uma estratégia pedagógica.
Os blogs estão sendo explorados por alunos e professores e a cada dia surgem formas diferentes de utilizá-lo: podem ser utilizados como um recurso pedagógico ou como uma estratégia pedagógica.
O que diferencia o blog utilizado como um recurso pedagógico do blog utilizado como uma estratégia pedagógica são as atividades e estratégias propostas no ambiente e o papel assumido pelo professor e pelos alunos.
O blog pode ir além da exposição de conteúdos, indicação de links e comentários dos alunos. O professor poderá convidar seus alunos para que participem junto com ele como autores do blog. Assim, os blogs permitem uma construção coletiva que valoriza a interação e a linguagem, para o desenvolvimento dos alunos.
São várias as possibilidades da utilização dos blogs na educação:
- Blog de fontes externas às escolas, de informação temática relevante, reconhecidos como válido pelos professores;
- Blog sob a forma de depósito de informação pesquisada, sintetizada e comentada pelo professor;
- Blog como portfólios digitais ou diários de aprendizagem;
- Blog como espaço de intercâmbio e colaboração;
- Blog como espaço de simulação e/ou debate;
- Blog como espaço de integração e comunicação.
Aponta-se apenas algumas das utilizações dos blogs na educação, pois os blogs continuam sendo explorados e a cada dia surgem novas formas de explorar seus recursos e potencialidades. Neste aspecto, destaca-se que cabe ao professor apropriar-se das Tics refletindo sobre suas possibilidades, propondo atividades e estratégias diferenciadas ao utilizar os blogs. Ainda, a importância da criatividade, comprometimento e formação do professor para utilizar e explorar os recursos disponíveis e suas potencialidades, valorizando o papel ativo dos alunos no processo de aprendizagem.
http://tecnologiasnaeducacao.pro.br/revista/a1n1/art10.pdf
Learnosity – aula de conversação pelo telefone
Learnosity é um sistema de aprendizado oral de línguas que utiliza uma série de ferramentas de telefonia que ajudam professores e alunos em suas conversações. O sistema abrange ferramentas como Resposta por voz, Chat conferências entre alunos ou entre professor e alunos, SMS para vocabulário, e aplicativo de texto baseado na web. As conversações podem ser gravadas para posteriores revisões ou, os podem fazer exercícios orais e os professores fazerem as correções via telefone celular. A empresa é baseada na Irlanda mas suas soluções já estão sendo utilizadas por empresas e escolas em todo o mundo.
http://enioaragon.wordpress.com/2010/01/07/learnosity-aula-de-conversacao-pelo-telefone/#respond
Google Docs como ferramenta para professores
Diversas ferramentas online para apoio às atividades de ensino e aprendizagem, são utilizadas e uma destas ferramentas é o Google Docs, para processamento, compartilhamento de documentos de texto e PDF, planilhas e apresentações de slides.
Ele pode ser utilizado para:
* Promover colaboração em trabalhos em grupo
* Manter dados de notas, faltas, anotações e tais
* Facilitar a compreensão da escrita como um processo
* Criar testes e exercícios
* Aprimorar técnicas de apresentação
* Compartilhar documentos com outros professores
* Manter planos de aula
algumas dicas para trabalhos de alunos:
# No menu “Arquivo” dos documentos do Google Docs, encontramos a opção “Histórico de revisões”. Desta forma podemos saber quantas vezes o trabalho foi gravado. Se a quantidade de revisões for baixa, é possível que o trabalho tenha sido feito com apoio de ações de Copiar-e-Colar. Um trabalho com previsão de ser feito em cerca de um mês, costuma ter de 700 a 1.200 revisões.
# Outro indício de uso de copiar-e-colar é a existência de muitas formatações de parágrafos e fontes distintas.
# Por estar em meio eletrônico, é mais fácil procurar eventuais plágios. Procure uma frase cuja construção não seja compatível com a do restante do trabalho ou com o estilo dos alunos, selecione-o e – ao menos no Firefox – com o botão direito do mouse clique em “Procurar no Google”.
Como usar imagens na Internet?
Quem resiste à tentação de publicar sua própria foto no Orkut? E quanto a usar fotos do seu artista favorito no seu blog? Blogar, “flogar” (publicar fotos em fotologs) compartilhar fotos pela Internet das mais diversas maneiras... tudo é muito divertido. Mas será seguro? Quais as implicações legais de espalhar sua imagem “pelos ares” do mundo virtual? O que fazer se alguém usá-la indevidamente? E o que fazer se você quiser usar a foto de outra pessoa na sua página pessoal? Para esclarecer estas questões comuns, mas difíceis de enteder, chamamos a advogada Maria Cecília Naréssi Munhoz Affornalli, que desde 1999 estuda o uso da imagem de pessoas na mídia. Veja, a seguir, o que ela tem a dizer.
"Antes de começarmos, acho importante desfazer uma confusão: considero o termo “direito de imagem” ambíguo. Há quem diga que ele é o direito de quem tira uma foto ou produz um vídeo, e há quem use esse termo para se referir ao direito de uma pessoa que é retratada.
Por isso, sugiro usar nomes diferentes para dois tipos distintos de direito: o direito à própria imagem (direito do titular) e o direito do autor da imagem (direito autoral).
"Antes de começarmos, acho importante desfazer uma confusão: considero o termo “direito de imagem” ambíguo. Há quem diga que ele é o direito de quem tira uma foto ou produz um vídeo, e há quem use esse termo para se referir ao direito de uma pessoa que é retratada.
Por isso, sugiro usar nomes diferentes para dois tipos distintos de direito: o direito à própria imagem (direito do titular) e o direito do autor da imagem (direito autoral).
Há exceções quando a imagem se refere a alguma personalidade pública ou a casos de interesse geral, ou seja, casos em que, depois de uma cuidadosa análise, pode-se concluir que a autorização não é necessária. Alguns autores chamam essas exceções de “limitações ao direito à imagem”, pois querem se referir às hipóteses em que o titular da imagem não pode se opor ao retrato nem à divulgação."
http://www.aprendebrasil.com.br/entrevistas/ent_educ_texto.asp?Id=199281
O Uso do Vídeo em Sala de Aula
Algumas sugestões para preparar a aula com vídeo:
http://docs.google.com/Doc?docid=0AT9gz5gH2qMwZGR0NzMzY2pfMTMwZnhtMzQyYzM&hl=pt_BR
http://www.sed.ms.gov.br/index.php?templat=vis&site=98&id_comp=284&id_reg=90&voltar=lista&site_reg=98&id_comp_orig=284
- Assista ao filme mais de uma vez e veja se é preciso passá-lo na íntegra ou apenas partes selecionadas.
- Observe se existem cenas desapropriadas para a faixa etária dos alunos.
- Deixe claro para a turma que o filme representa um episódio histórico, mas não é a realidade.
- Prepare um roteiro de perguntas e alerte os alunos para perceberem os conflitos, o tema e personagens.
- Deixe claro que o filme na escola é um recurso didático e uma forma de conhecimento, e não mero entretenimento ou uma maneira de “matar a aula”.
O cinema no ensino pode usado para:
- Iniciar a discussão de um assunto ainda não abordado. Lance uma questão a ser investigada.
- Desenvolver o conteúdo. O aluno deverá perceber o contexto histórico a que o filme se refere, o que ele está mostrando que fenômenos e fatos são retratados. Nesse caso, o aluno já possui referências sobre o tema.
Em ambas as situações, explore a estrutura narrativa e como ela foi desenvolvida no filme.
- Observe se existem cenas desapropriadas para a faixa etária dos alunos.
- Deixe claro para a turma que o filme representa um episódio histórico, mas não é a realidade.
- Prepare um roteiro de perguntas e alerte os alunos para perceberem os conflitos, o tema e personagens.
- Deixe claro que o filme na escola é um recurso didático e uma forma de conhecimento, e não mero entretenimento ou uma maneira de “matar a aula”.
O cinema no ensino pode usado para:
- Iniciar a discussão de um assunto ainda não abordado. Lance uma questão a ser investigada.
- Desenvolver o conteúdo. O aluno deverá perceber o contexto histórico a que o filme se refere, o que ele está mostrando que fenômenos e fatos são retratados. Nesse caso, o aluno já possui referências sobre o tema.
Em ambas as situações, explore a estrutura narrativa e como ela foi desenvolvida no filme.
http://docs.google.com/Doc?docid=0AT9gz5gH2qMwZGR0NzMzY2pfMTMwZnhtMzQyYzM&hl=pt_BR
http://www.sed.ms.gov.br/index.php?templat=vis&site=98&id_comp=284&id_reg=90&voltar=lista&site_reg=98&id_comp_orig=284
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